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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Assaltos a condomínios: o que fazer e como evitar


Moradores devem se unir para segurança e observar se a portaria está cumprindo as normas primordiais e agindo corretamente.

Uma onda de assaltos a condomínios atinge a capital paulista neste ano e, com isso, torna-se fundamental ter porteiros capacitados para lidar com esse tipo de situação crescente a cada dia. A cada 11 dias, um prédio é vítima dos bandidos e, neste ritmo, 2012 já ultrapassou os dados do ano passado e pode bater o recorde de 24 casos em 2010. Antigamente, apenas condomínios de luxo sofriam com isso, mas hoje não há um perfil para ser alvo.

Há no mercado empresas que disponibilizam profissionais treinados para agirem com segurança, não só para condomínios residenciais, mas também para comerciais. O Diretor Operacional da GS Terceirização, Jorge T. Margueiro dá dicas de como evitar um assalto a condomínio. “Primeiramente ele instrui que todo prédio deve ter regras claras de controle de acesso e sensibilizar moradores e funcionários da importância de segui-las”, esclarece. Outra dica é que os condôminos estejam atentos aos próprios vizinhos, “vigiar uns aos outros” para qualquer movimentação suspeita, além de observar se a portaria e os funcionários de zeladoria e limpeza, além dos prestadores de serviço particulares dos moradores, estão seguindo as normas de segurança corretamente.

Todo condomínio que deseja manter a segurança precisa da implantação de um projeto específico para este fim, que inclui avaliação da estrutura física, equipamentos, monitoramento 24 horas por vídeo (que por si só inibe a atuação de alguns bandidos) e conscientização dos moradores (usuários), além de barreira perimetral, sensores infravermelhos, luzes de presença, sistemas de comunicação ágil e eficaz entre outros.

Margueiro ressalta ainda que o porteiro é parte essencial na segurança preventiva do local, dessa forma, entre outras funções, todo porteiro deve conhecer e cumprir as regras de segurança do condomínio, além de controlar, de acordo com o estatuto, o acesso de visitantes, portadores de serviço e veículos. Ele é a peça chave e o primeiro na estrutura de segurança de um condomínio. Uma das formas mais comuns utilizadas pelos criminosos é através da abordagem com o pretexto da prestação de serviços. “Para tanto, os condôminos devem avisar o porteiro e caso ele veja que não há nada agendado, não deve permitir a passagem deles.”, afirma o especialista.

Especialistas alertam que investir em treinamento e tecnologia é muito importante. Em serviços terceirizados, deve-se optar por empresas que adotem estes treinamentos e mantenham funcionários sempre bem colocados e preparados para evitar situações desagradáveis ou até mesmo trágicas. A GS Terceirização presta serviços a condomínios residenciais e comercias, nas áreas de limpeza, zeladoria, segurança e setores administrativos.

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